Breve história de lutas socioambientais do povo Xokó

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Na tarde do dia 26 de agosto de 2021, participei da segunda edição do Quinta Juriscultural, do Memorial do Poder Judiciário do Estado de Sergipe, com a apresentação da palestra « Breve história de lutas socioambientais do povo Xokó de Sergipe».

Gostaria de agradecer ao Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe em nome do seu presidente, Desembargador Edson Ulisses de Melo, pela realização deste importante evento. Agradeço a Sayonara Viana, diretora do Memorial do Poder Judiciário do Estado de Sergipe, pelo convite para participar desta edição do Quinta Juriscultural. Agradeço a professora Beatriz Góis Dantas e ao Professor Luís Alberto dos Santos (in memoriam) por compartilharem seus conhecimentos sobre o povo Xokó.  Também gostaria de reiterar meu agradecimento ao Cacique Ba e ao povo Xokó pela acolhida e troca respeitosa de conhecimentos durante a realização da minha pesquisa doutoral no Programa de Desenvolvimento e Meio Ambiente da UFS (2012 a 2016) e durante o meu Pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFS (2016-2019). Gratidão especial ao amigo Apolônio Xokó (in memoriam). Sem você, esta pesquisa não teria sido possível!

Gostaria de lembrá-los ainda que esta justa homenagem do Tribunal de Justiça de Sergipe ao povo Xokó, ocorre na semana de Mobilização Nacional dos Povos Indígenas, outro evento muito importante e que merece toda a nossa atenção e solidariedade para que não ocorram mais retrocessos dos direitos dos povos originários do Brasil.

A breve história que hoje vos conto, me foi contada pelos integrantes deste povo ao longo de nossas conversas nas margens do rio São Francisco, ou a sombra de um juazeiro em meio a Caiçara, ou ainda ao lado de uma fogueira para clarear as noites do sertão. Quer saber mais sobre o tema? Então, acompanhe o vídeo para descobrir de quais lutas socioambientais estamos falando.

Sintonia em Opará

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Durante a sessão de autógrafos do livro “Opará Ameaçado: comunicação de riscos socioambientais no Baixo São Francisco”, tomei conhecimento do último álbum da cantora sergipana Héloa, belíssimo trabalho cujo nome faz uma homenagem ao Opará. Nossos trabalhos estão em sintonia, em defesa do Rio São Francisco e dos Povos Tradicionais, por isso compartilho a música Agô, uma parceria de Héloa com o grupo Sabuká Cariri-Xocó. Aumenta o som que vem música boa!